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BlogdosCaloiros

"Em toda a infância houve um jardim - isto é coisa de poetas" Agustina Bessa-Luís | BlogdosCaloiros is my blog in Portuguese Language curriculum. It aims to enhance the lessons using ICT and captivate cultural curiosity

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"Em toda a infância houve um jardim - isto é coisa de poetas" Agustina Bessa-Luís | BlogdosCaloiros is my blog in Portuguese Language curriculum. It aims to enhance the lessons using ICT and captivate cultural curiosity

Voltando a Anne Frank : novos dados históricos ?

 

 

 

créditos: Casa Anne Frank

 http://annefrank.org

 

 

 Documento autêntico: diário e foto de Anne Frank

créditos: Casa Anne Frank

 http://annefrank.org

 

Anne Frank é um rosto que todos nós conhecemos. Lemos o seu Diário de Anne Frank, fizemos investigação de informação sobre a II Guerra Mundial e perseguição aos Judeus feita pelo regime hitleriano.

 

Visitámos o seu museu virtual, a Casa de Anne Frank e lemos tantos outros livros relacionados com famílias de origem judaica que foram perseguidos, uns baseados em factos verídicos, como Quando Hitler me Roubou o meu Coelho Cor-de-Rosa de Judith Kerr, O Mundo em que Vivi de Ilse Losa, e outros ficcionados, mas muito perto da realidade O Rapaz do Pijama às Riscas, A Menina que Roubava Livros, entre outros.

 

 

 

Família Anne Frank & amigos esconderijo

http://o-diario-de-annefrank.tumblr.com/historia

 

Saber +

 

Anne Frank, pais, irmã e alguns amigos de origem judaica, viveram durante cerca de dois anos, escondidos num exíguo anexo na cidade holandesa de Amesterdão, sabendo que qualquer passo em falso seria fatal.

 

O esforço seria em vão. No dia 4 de Agosto de 1944, as autoridades descobriram o esconderijo e prenderam todos os residentes.

 

 

Família Frank

créditos: Casa Anne Frank

 http://annefrank.org

 

Dos oito detidos, sete acabariam por morrer em campos de concentração, incluindo Anne. Durante anos, Otto Frank, o pai de Anne, o único sobrevivente do grupo, tentou descobrir quem teria traído a família, denunciando o local onde se encontrava.

 

Agora, passados setenta e dois anos, um grupo de investigadores parece sugerir uma outra teoria: afinal, os agentes podem ter descoberto o local por pura coincidência.

 

 

 

Entrada para o Anexo

créditos: Casa Anne Frank

 http://annefrank.org

 

A investigação é da autoria do próprio Museu Anne Frank. Ainda que não afastem totalmente a hipótese de a família ter sido traída por algum informador ao serviço do regime, como tem sido defendido, os investigadores acreditam que as autoridades nazis encontraram a família de Anne Frank de forma completamente fortuita.

 

Na verdade, quando entraram no número 263 da Prinsengracht, as secretas alemãs podiam estar a investigar um caso de fraude envolvendo cupões de racionamento ou até um caso de trabalho ilegal.

 

 

Casa Anne Frank

créditos: Casa Anne Frank

 http://annefrank.org

 

“Nas actividades diárias, os investigadores [da divisão de Haia] frequentemente encontravam esconderijos de judeus por acaso”, pode ler-se no estudo.

 

O pai de Anne, Otto Frank, sugeriu sempre que a família tinha sido traída, e apontou alguns possíveis responsáveis. o que influenciou durante décadas as investigações dos historiadores.

 

O estudo agora divulgado vem acrescentar uma nova perspectiva histórica. vamos continuar a acompanhar.

 

 

 

Diário Anne Frank

créditos: Casa Anne Frank

 http://annefrank.org

 

 

Campo de concentração Bergen-Belsen

créditos: Casa Anne Frank

 http://annefrank.org

 

Anne Frank, como sabemos morreu no campo de concentração alemão Bergen-Belsen aos 15 anos, poucos dias antes da libertação de todos os prisioneiros com a derrota dos Alemães e o final da Guerra 14-18.

 

O seu diário escrito antes da prisão e deportação, onde retrata o terror que viveu durante aqueles anos, tornou-se um dos relatos mais marcantes sobre esse tenebroso período da história da Europa.

 

 

  

The Diary of Anne Frank, 1959

O Diário de Anne Frank

http://www.imdb.com/

 

 

 

The Diary of Anne Frank/ DVD

O Diário de Anne Frank

http://www.imdb.com/

  

 

Actividades:

 

  • Pesquisa neste blogue sobre os vários posts dedicados a Anne Frank;
  • Ler o Diário de Anne Frank. Está incluido no PNL. Mas mais do que isso. Há momentos históricos que não devem ser esquecidos;
  • Explorar recursos na biblioteca/mediateca da escola:  livros, DVD, ebooks sobre o tema;
  • Visita virtual à Casa de Anne Frank;
  • Propôr uma visita escolar - férias Páscoa, final ano lectivo - a Amesterdão para visitar a Casa Anne Frank com os alunos..

 

A Porofessora GSouto

 

06.02.2017

 

Licença Creative Commons

Referências:

 

Casa Anne Frank/ Anne Frank House/ New Perspectives Arrest

Observador/ Holocausto

 

Ler : Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa

 

 

 

judith-kerr2.jpg

 

Judith Kerr

Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa

http://diariodigital.sapo.pt/

 

Há muito esgotado em Portugal, Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa, de Judith Kerr, regressa agora às livrarias sob a chancela Booksmile.

 

O livro, publicado originalmente em 1971, conta a história de uma família judia que se vê forçada a abandonar a Alemanha em 1933, na véspera das eleições que deram a vitória a Adolf Hitler. A narrativa acompanha o percurso desta família de refugiados, que passou pela Suíça e por França até se fixar em Inglaterra.

 

 

http://www.sitiodolivro.pt/

 

Depois de uma primeira edição portuguesa em 1990, o livro tem agora uma nova tradução, da escritora Carla Maia de Almeida, que assina o prefácio: "Não sei em que dia vais começar a ler este livro, mas, quando o traduzi do inglês, no verão de 2015, a Europa estava a braços com a maior vaga de refugiados deste o tempo da Segunda Guerra Mundial, quando o regime nazi arrancou milhões de pessoas das suas casas, judeus e não só".

 

Considerado um clássico da literatura juvenil, é inspirada na vida da própria autora. Esta envolvente obra fala da Segunda Guerra Mundial numa perspectiva diferente, isto é, com algum humor.

 

 

 

Judith Kerr

http://i.telegraph.co.uk/

 

Biografia:

Actualmente a viver em Londres, Judith Kerr nasceu em Berlim em 1923, filha de Alfred Kerr, um ensaísta alemão, que se viu obrigado a sair da Alemanha por ter criticado o regime nazi, que chegou a queimar muitos dos seus livros.

 

Fixou-se com a família em 1936 em Londres, onde Judith Kerr ainda hoje vive.

 

Antes de se dedicar por completo à escrita, Judith Kerr trabalhou na Cruz Vermelha e foi argumentista para a BBC.

 

http://www.kalandraka.com/

 

A estreia literária deu-se em 1968, com O tigre que veio tomar chá, a partir de uma história que contou à filha depois de uma visita a um jardim zoológico.

 

É considerado um clássico da literatura para a infância e está publicado em Portugal.

 

 

 http://ecx.images-amazon.com/

 

É autora de mais de vinte livros para crianças e adolescentes entre os quais se destaca a série ‘Mog’, muito conhecida no Reino Unido, mas inédita em Portugal.

 

 

 http://ecx.images-amazon.com/

 

Apesar dos 92 anos, Judith Kerr mantém-se activa na escrita e na ilustração. O mais recente livro, ‘Mr. Cleghorn's Seal’, inspirado em factos reais, foi publicado em Setembro 2015.

 

 

mog-seal.PNG

 

Mr. Cleghorn's Seal/ Judith Kerr

 créditos: Judith Kerr

http://www.lovereading4kids.co.uk/

 

Sinopse:

 

Vive-se o ano de 1933. Anna tem apenas nove anos e anda demasiado ocupada com a escola e com os amigos para reparar nos cartazes políticos espalhados pela cidade de Berlim com a suástica nazi e a fotografia de Adolf Hitler, o homem que muito em breve mudaria a face da Europa. Ser judeu, pensa ela, é apenas algo que somos porque os nossos pais e avós são judeus.

 

Mas um dia o pai dela desaparece inexplicavelmente. E, pouco tempo depois, ela e o irmão, Max, são levados pela mãe com todo o sigilo para fora da Alemanha, deixando para trás a sua casa, os amigos e os amados brinquedos. Reunida na Suíça, a família de Anna embarca numa aventura que vai durar anos.

 

Judith Kerr viveu essa experiência de refugiada na infância, embora tenha admitido em entrevistas que, protegida pelos pais, não se apercebeu completamente dos perigos que passou por ser judia.

 

 

 

 

O livro relata toda a travessia da família do ponto de vista de Anna, uma menina de nove anos que tenta perceber por que razão não pode continuar em Berlim e que um dia desejou ser tão famosa como o pai.

 

Judith Kerr publicou este livro quando já tinha quase 50 anos, pouco depois de ter escrito o álbum ilustrado ‘O tigre que veio tomar chá’, um dos seus maiores sucessos literários.

 

Além de Quando o Hitler roubou o coelho cor-de-rosa, Judith Kerr publicou dois outros livros semi-biográficos e inspirados nesse passado familiar e no período da segunda Guerra Mundial: ‘Bombs on aunt Dainty’ (1975) e ‘A small person far away’ (1987).

 

 

http://d.gr-assets.com/

 

Saber +

 

Quando Hilter Roubou o Coelho Cor-de-Rosa de Judith Kerr remete-nos para uma escritora que viveu no Porto, Ilse Losa e o seu livro autobiográfico O Mundo em que Vivi que lemos nos curriculos de Língua Portuguesa.

 

 

http://www.edicoesafrontamento.pt/

 

Ilse Losa refugiada alemã, também da 2ª Guerra Mundial, adquiriu a nacionalidade portuguesa, depois de ter casado com um português.

 

Foi candidata portuguesa ao "Prémio Hans Christian Andersen". Tem vários livros publicados na Alemanha. e também em França.

 

Em 2013, a Biblioteca de Esposende comemorou o centenário da escritora (1913-2013), iniciativa que visou recordar a conceituada escritora, de origem alemã, que manteve forte ligação a Esposende, recordando assim a sua obra.

 

Actividades:

 

Sobre a mesma temática, os alunos poderão fazer uma pesquisa neste blog: O Diário de Anne Frank;, O Rapaz do Pijama às Riscas.

 

Também encontrarão outros posts sob a temática da guerra e da perseguição nazi : 70 Anos Libertação Prisioneiro do Campo de Auschwitz; Dia Internacional da Memória do HolocaustoExposição Anne Frank em Westerbork

 

Proposta de Leitura de Quando Hitler Roubou o Coelho Cor-de-Rosa : ficha leitura, entre outras ferramentas de apoio.

 

Depois da leitura, por que não comparar O Mundo em que Vivi de Ilse Losa ? Preparar e adaptar ao nível de ensino fichas pedagógicas. Dar a palavra aos alunos para que expressem seus sentimentos face a infâncias bem diferentes das suas.

 

A Professora GSouto

 

18.11.2015

 

Licença Creative Commons

 

Dia Mundial da Criança, um direito

arte-natureza.jpg

 Street Art

https://www.facebook.com/1MillionArtists

 

O Dia Mundial da Criança assinala-se amanhã, dia 1 de Junho, mas as celebrações foram tendo lugar ao longo do fim-de-semana, para aproveitar o tempo livre dos mais novos junto das famílias, já que o dia coincide com dia de aulas.

 

Mas também as escolas festejam com muitas actividades o Dia Mundial das Crianças.

 

As Nações Unidas aprovaram a 20 de Novembro de 1959 a Declaração dos Direitos da Criança, proclamando os direitos das crianças de todo o mundo.

 

Tudo começou depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945. Muitos países da Europa, Médio Oriente e China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida.

 

As crianças desses países viviam muito mal porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos. Alguns tinham mesmo perdido os pais durante a guerra.

 

 

credits : BBC

http://www.bbc.co.uk/schools/

 

 

Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes durante muitas horas e a fazer coisas muito duras. Metade das crianças europeias não sabia ler nem escrever. E também viviam em péssimas condições para a sua saúde.

 

E ainda muitas outras foram perseguidas e mortas em campos de concentração. Nunca esquecer este horror passado há tão poucos anos.

 

Até que as Nações Unidas aprovaram a  Declaração dos Direitos, como já sabes, em 1959.

 

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Dia Mundial da Criança não é só uma festa onde as crianças são mimadas pelos pais, família, escola.

 

É um dia em que se pensa nas centenas de crianças que continuam a sofrer de maus tratos, doenças, fome e discriminações. E que estão impedidas de ir à escola, para aprender a ler e escrever.

 

 

http://img.obsnocookie.com/

 

O Dia da Criança é celebrado em vários países. Mas a data de comemoração difere de país para país.

 

 

Em Portugal, bem como na maioria dos países, este dia celebra-se a 1 de Junho. Nos cinco continentes, a festa das crianças encontra-se dispersa pelo calendário.

 

 

Celebra-se, a 12 de Outubro no Brasil, a 25 de Dezembro na África Central, a 20 de Novembro na Finlândia e a 1 de Outubro na Suécia.

 

Seja qual for o dia o importante é que as crianças sejam celebradas e protegidas. Possam crescer com todos os direitos e tenham uma infância feliz.

 

Vejamos um video da Amnistia Internacional Portugal que nos enche de esperança:

 

 

 

 

Como vêem muito se pode fazer para que todas as crianças possam ser felizes.

 

Para cumprir um dos princípios e proporcionar-lhes alegria, há inúmeras propostas de espectáculos e actividades infanto-juvenis que celebram a data, de norte a sul do país.

 

Comecemos com algumas actividades a levar a cabo nas escolas:

 

Actividades:

  • Visitar museus. 
  • Visitar jardins zoológicos.
  • Organizar workshops de artes plásticas.
  • Realizar sessões fotográficas.
  • Visitar o estádio de futebol da cidade.
  • Ir a uma feira do livro.
  • Visitar o parque da cidade.
  • Organizar um piquenique.
  • Ir a um espectáculo de teatro ou marionetas.
  • Ler textos feitos pelas crianças.
  • Colorir imagens com crianças mais pequenas.

 

Deixo agora alguns links para que todas as crianças se possam divertir. E para que os graúdos, pais e professores se deixem contagiar pelos seus sorrisos:

 

Links

 

Para todas as crianças do mundo, que possa ser um dia feliz... mesmo que pelo momento de um sorriso.

 

A Professora GSouto

 

31.05.2015

Licença Creative Commons

70 Anos Libertação Prisioneiros Campo Auschwitz

 

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Campo de Concentração de Auschwitz, Birkenau

foto: EPA

http://expresso.sapo.pt/

 

Passam hoje 70 anos sobre a libertação dos prisioneiros de origem judaica do Campo de Concentração de Auschwitz.

 

Por todo o mundo celebra-se essa libertação num recolhimento profundo sobre  a dor de todos os que foram mortos ou torturados nesse campo da morte.

 

As Nações Unidas estabeleceram em 1 de Novembro 2005, o dia 27 de Janeiro como o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

Hoje, assinala-se assim o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto mas também os 70 anos sobre o dia libertação27 Janeiro 1945 do campo de extermínio de Auschwitz pelas tropas russas, no final da 2ª guerra mundial.

 

O tema 2015 para estas celebrações é : "Liberdade, Vida e Legado dos Sobreviventes do Holocausto"

 

Auschwitz5.jpg

 

Campo de Concentração de Auschwitz

foto: Joel Saget /AFP/Getty Images

http://contents.impresa.pt/

 

Estima-se que seis milhões de pessoas tenham sido exterminadas na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, às mãos do regime hitleriano. Do campo de concentração foram libertados 7 000 sobreviventes, homens, mulheres e crianças.

 

Auschwitz6.jpg

 

 Campo de Concentração de Auschwitz

foto: Christopher Furlong/Getty Images

http://contents.impresa.pt/

 

Mais de 300 sobreviventes comemoram hoje os 70 anos da libertação do campo e voltaram ao campo onde foram prisioneiros. a maioria crianças e jovens na época. Os seus testemunhos são muito emotivos. 

 

Hoje, dia em que passam precisamente 70 anos da libertação, é um momento especial:

 

"Temos de dizer de forma clara: é o último grande aniversário que podemos comemorar com a presença de um grande grupo de sobreviventes"

 

Piotr Cywinski, director do Memorial Auschwitz

 

anne-frank.jpg

 

 Anne Frank

http://www.annefrank.org/en/


E é assim que relembramos uma adolescente corajosa que não teve a sorte de sobreviver, mas que nos deixou um legado único de esperança. 

 

Anne Frank cujo Diário lemos e partilhámos com emoção nas aulas de Língua Portuguesa.

 

Actividades:

  • Pesquisa de dados históricos e recursos educativos disponibilizados por UN e UNESCO
  • Consulta da Cronologia sobre a Libertação de  Auschwitz | Expresso
  • Leitura de excertos de O Diário de Anne Frank; O Mundo em que Vivi (Ilse Losa); O Rapaz do Pijama às Riscas
  • Visionamento de filmes, documentários, vídeos, outros
  • Debate sobre os temas trabalhados 

 

Hoje, quando olhamos para algumas formas de radicalismo, a nível mundial, eduquemos os nossos alunos para que qualquer tipo de genocídio não possa mais repetir-se.

 

A educação tem um papel vital a desempenhar na promoção de uma cultura de prevenção, o que combate o preconceito, a promoção do co-existência pacífica, cultivar o respeito por todos os povos e pelos direitos humanos.

 

A Professora GSouto

 

27.01.2015

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PNL - Diário de Anne Frank

 

 

Anne Frank 

http://cp91279.biography.com/

 

"Freedom, goodness, giving, courage, happiness, humanity, usefulness..."

 

Anne Frank, diary

 

 

Manuscrito diário de Anne Frank

 http:news.yahoo.com/

 

 

 

 

"Anne Frank vivia torturas que marcam qualquer indivíduo de qualquer idade mas especialmente um indivíduo em formação. Forçada a viver como um pássaro na gaiola - "Sinto-me como um pássaro a quem cortaram as asas e que bate, na escuridão, contra as grades da sua gaiola estreita" - afina os sentidos, concentra-os sobre um pequeno espaço em que a sua vida e a dos companheiros de destino se move, procura não só desabafar a sua revolta de adolescente, de judia expulsa da comunidade dos homens, vítma de uma guerra impiedosa, mas, também, encontrar explicações e as interpretações de tudo isto."

 

Ilse Losa, Introdução do Diário de Anne Frank,

 

Edições Livros do Brasil

 

 

 

Quartode Anne Frank

 

Casa-Museu Anne Frank

 

" Se Deus me deixar viver, hei-de ir mais longe de que a mãe. Não quero ficar insignificante. quero conquistar o meu lugar no Mundo e trabalhar para a Humanidade.

 

O que sei é que a coragem e a alegria são os factores mais importantes na vida !

Tua Anne"

 

 

créditos : Jerry Lampen/ Reuters, 2007

 

http://news.yahoo.com/photos

 

As árvores morrem de pé? Sim, no caso do castanheiro de Anne Frank, bem no centro de Amesterdão - a árvore que a jovem holandesa judia admirava, quando escondida, durante 25 meses, num sótão, com a família, tentando assim fugir à insanidade nazi (1939-45).

 

Podem aqueles troncos ser história? História? Podem. E assim o entendeu um grupo de empenhados cidadãos holandeses, que, depois de a hipótese ser aventada em 2007, mobilizou esforços nacionais e internacionais para impedir a morte da árvore, com recurso à serra eléctrica.

 

 

Editora Livros do Brasil

http://images.portoeditora.pt/

 

Leitura em sala de aula - obra integral 

 

Numa altura em que se esqueceram livros de liiteratura juvenil  que marcaram tantas gerações - o Diário de Anne Frank, é um deles - decidi trazer de volta, depois de selecção debatida com alunos, esta obra escrita por uma adolescente que sofreu os horrores da perseguição e morte durante a 2ª Guerra Mundial.

 

Propus-me integrar no Plano Nacional de Leitura o Diário de Anne Frank. E tem sido surpreendente a adesão dos jovens leitores, alunos das diferentes turmas.

 

Uma geração que desconhece o que é viver em tempo de guerra, não lhe passava sequer pela cabeça que uma adolescente da sua idade, pudesse ter sido vítima de tal atrocidade.

 

Foi também muito enriquecedor sob o ponto de vista pessoal, aparecerem através deles, as memórias dos pais, e dos avós. E muitos trouxeram para  o diálogo em sala de aula as impressões dos familiares.

 

Alguns alunso até fazem a leitura pelos mesmos livros que seus pais e avós guardavan nas suas bibliotecas.

 

Sei que estão a apreciar muito esta nossa singela homenagem a Anne Frank, a jovem judia que sonhava um mundo melhor, na comemoração do 64º ano do Holocausto.

 

Sei que cresceram um pouco mais com a leitura do Diário de Anne Frank e que alargaram as aprendizagens a nível do desenvolvimento da leitura integral de um livro que é um pouco mais extenso do que os anteriores, já lidos.

 

 

Actividades de Escrita Criativa:

 

Estamos a concluir a leitura e expressão oral - debate - para passar às actividades de escrita criativa.

 

Estou certa que textos muito interessantes surgirão. Os alunos gostam agora muito de escrever, e já demonstraram em vários outros projectos a sua criatividade.

 

Os melhores textos serão publicados no  seu BlogdosCaloiros.

 

Estou muito satisfeita com este projecto. Os objectivos têm sido largamente alcançados. 

 

A Professora GSouto

 

07.02.2009

Licença Creative Commons