Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

BlogdosCaloiros

"Em toda a infância houve um jardim - isto é coisa de poetas" Agustina Bessa-Luís | BlogdosCaloiros is my blog in Portuguese Language curriculum. It aims to enhance the lessons using ICT and captivate cultural curiosity

BlogdosCaloiros

"Em toda a infância houve um jardim - isto é coisa de poetas" Agustina Bessa-Luís | BlogdosCaloiros is my blog in Portuguese Language curriculum. It aims to enhance the lessons using ICT and captivate cultural curiosity

Alvin e os Esquilos

 

alvin-esquilos2.jpg


Alvin and the chipmunks | Reuters

http://www.daylife.com
 
 
Como não está um tempo muito bom para passear, aproveitando assim o feriado prolongado, deixo aqui uma sugestão que poderão alugar num clube de vídeo mais próximo e passar um belíssima tarde entre amigos, bem instalados no sofá  e com muitas pipocas a acompanhar.
 
Sinopse:
 

Baseado no desenho animado 'Os Pestinhas', Alvin and The Chipmunks é uma história para toda a família, repleta de comédia, emoção e música animada.

 

Após se depararem por acaso com Dave Seville, um compositor que tenta vencer na carreira, três esquilos muito especiais - Alvin, Simon e Theodore - decidem morar na casa de Dave.

 

Não demora muito a perceberem que, para convencer Dave a deixá-los ficar em sua casa, eles terão de demonstrar que têm talento. É que Alvin, Simon e Theodore não só conseguem falar como também sabem cantar!

 

Os esquilos se tornam-se de imediato uma sensação como cantores, e Dave passa a ser mais do que um compositor para eles, um verdadeiro pai.

 

As coisas complicam-se quando eles se deixam deslumbrar com a fama e  decidem revoltar-se com Dave. Porém, cedo se dão conta de que formar uma família com Dave é o maior de todos os sucessos.

 

 

 

 

Bom, divirtam-se... mas não esqueçam as revisões para os testes
 
 
 
 
Alvin e os Esquilos é mesmo uma delícia! Ah! E visitem o sítio oficial interactico aqui
 
 
A Professora GSouto
29. 11. 2008


Licença Creative Commons

 

 

Que frio !

 

 

AP Photo/ Roberto Pfeil

 

 http://news.yahoo.com/photos

 

Na Alemanha fazem-se mercados de Natal ao ar livre.  Aí as pessoas vão comprar todas as gulodices características desta época do ano.

 

Aproveitam para se encontrar com amigos, falar com pessoas que até nem conhecem! Digamos que é um centro de convívio muito interessante  e que faz com que o Natal de alguns seja menos só!

 

Na primeira fotografia pode ver-se duas meninas, vestidas a rigor,  isto é de anjos de Natal, a comprar gulodices! Na segunda bombons natalícios!  

 

São tradições muito originais ! Tradições que se têm perdido em Portugal...

 

 

 

AP Photo/Michael Sohn

 

 news.yahoo.com/

 

 

 

 

 

Bom, continua muiiiito frio! Brrrr!!

 

Nada melhor do que ficar em casa, confortavelmente, fruindo da companhia dos pais e avós, saboreando uns chocolates e vendo alguns filmes divertidos,alusivos ao Natal

 

Aqui deixo mais um do nosso amigo Sherek! 

 

 

http://ecx.images-amazon.com/

 

 

Boa pausa lectiva!

 

A Professora GSouto

 

27.12.2008

 

 Licença Creative Commons

Dia da Floresta Autóctone 2008

 

 

 

http://www.cm-oaz.pt/ 

 

Assinala-se hoje, dia 23 Novembro, o Dia da Floresta Autóctone que foi estabalecido pela Quercus para promover a divulgação da importância das florestas naturais, apresentando-se simultâneamente como o dia mais adaptado às condições climatéricas de Portugal e Espanha. Poder-se-à proceder à sementeira ou plantação de árvores.

 

Foi criado como alternativa ao Dia Mundial da Floresta, 21 de Março, criado inicialmente para os países do Norte da Europa, com um clima bem mais adverso nesta altura do ano.

 

 
 
Projecto Criar Bosques
Quercus

 

Actividades:

 

  • Então,vamos aderir a esta actvidade, plantando um pequeno arbusto na escola, já que não temos autorização para plantar uma árvore.
  • E que tal pedir autorização à CMP para palantar uma árvore, num jardim perto de ti?
  • Nas aulas, vamos organizar um jornal de parede dedicado ao Dia da Floresta Autóctone.

 

Ah! Não esqueças que temos o nosso blog Geração Verde. Vamos lá postar esta efeméride!

 

A Professora GSouto

 

23.11.2008


Licença Creative Commons

 

 

Crónica de Bruxelas

 

 

 

Tour Madou

http://ec.europa.eu/education

 

Como todos sabem, no dia 30 de Outubro, um grupo de colaboradores de elearningeuropa.info, do qual tenho a honra de fazer parte como especialista - embora me sinta melhor como aprendiz ao longo da vida - foram convidados para participar num workshop na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas.

 

Entre muitos aspectos ligados ao Programa Comunitário "Aprendizagens ao longo da vida 2007-2013", partilhámos usos de aplicações tecnológicas em actividades educativas.

 

O portal elearningeuropa.info é uma iniciativa da Comissão Europeia,  e faz parte do Programa Lifelong Learning, gerido pelo Departamento Multimedia da Direcção Geral de Educação e Cultura.

 

 

entr_tour_madou_lidjia_croacia_30_10_08.jpg
 
Tour Madou, Brussels
 
photo: Lidija Kralj/Croácia
 

 

A reunião teve lugar na Tour Madou  Directório Geral para a Educação e Cultura da Comissão Europeia.

 

Encontrámo-nos numa das salas do 16º andar, com uma panorâmica lindíssima sobre a cidade. No entanto, a visibilidade não era muita, dado que chovia imenso! As temperaturas eram de -2º graus a 7º graus. No entanto, apesar do frio nas ruas, todos os locais estavam muito aquecidos.

 

Participaram vários especialitas, vindos de diferentes países europeus - Suécia,  Bélgica, Grécia, Croácia, Espanha, Itália, Finlândia, Bulgária e claro Portugal!

 

 

Países da UE

 

A reunião teve a presença do representante da comissão europeia, Adam Pokorny que depois de dirigir uma mensagem de boas vindas, apresentou as directrizes da Comissão Europeia para o ensino ao longo da vida.

 

Foi depois dinamizada por Elina Jokisalo e Gary Shochat. Debateram-se assuntos que conduzam à melhoria das competências e aprendizagens ao longo da vida de todos  os cidadãos europeus, do ensino básico ao ensino universitário, passando pelo ensino profissionalizante.

 

 

elearningeuropa.info

 

Durante a tarde, cada especialista-colaborador apresentou uma panorâmica da actividade desenvolvida no seu país, no enfoque de aplicação e utilização das tecnologias no ensino e aprendizagem.

 

Um dia inteiro de partilha de experiências dos diversos países representados, lançamento de novas e pertinentes ideias para que a Comissão Europeia leve por diante esta acção de formação que visa alcançar todos os cidadãos numa perspectiva cada mais alargada de ensino ao longo da vida.

 

Todos os colaboradores deram sugestões para viabilizar a interactividade constante do portal,  numa verdadeira perspectiva de comunidade colaborativa de prática.

 

Sem dúvida cansativa esta sessão! Mas imensamente rica e produtiva, no domínio dos conhecimentos, na partilha de experiências, nos campos pessoal e profissional. Um encontro muito interessante!

 

brussels-lydia1.jpg

 

Grand Place/Bruxelles

fotografia: Lidija Kralj

 

Ao final da tarde, fomos dar uma volta por Bruxelas, apesar do frio e da chuva intensa! Alguns deixaram-se tentar pelos chocolates ou pelos gouffres, outros preferiram fotografar alguns dos monumentos ou locais mais carismáticos da cidade.

 

brussels-lydia2.jpg

 

Chocolaterie/Bruxelles

fotografia: Lidija Kralj

 

 

Um dia para não esquecer !

 

Proibida qualquer reprodução e/ou utilização de fotografias publicadas neste post.

 

 GSouto

 

Colaboradora Nacional

 

15.11.2018

Licença Creative Commons

Histórias de São Martinho : António Torrado

 

 

antonio-torrado-maria-castanha.jpg

 

 

A Maria Castanha (excerto)

António Torrado

ilustração: Cristina Malaquias

slide: Sónia Pinheiro

antonio-torrado-maria-castanha2.jpg

 

António Torrado, Maria Castanha

ilustração: Cristina Malaquias

 http://www.portaldaliteratura.com/

 

O céu estava cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim.

Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelaremos meninos que corriam e brincavam à vontade, de muitas maneiras: uns andavam nos baloiços e nos escorregas, outros deitavam pão aos patos do lago, outros metiam os pés por entre as folhas secas e faziam-nas estalar – crac,crac - debaixo das botas, outros corriam de braços abertos atrás dos pombos, que se levantavam e fugiam, também de asas abertas.

Era bom ir ao jardim. E mesmo sem haver sol, os meninos sentiam os pés quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e saltar.

Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois grandes olhos escuros e brilhantes.

- Como te chamas? - perguntaram-lhe.

- Maria. Às vezes chamam-me Maria Castanha .

- Que engraçado... Maria Castanha! Queres brincar?

- Quero.

Foram brincar ao jogo do apanhar. A Maria Castanha corria mais do que todos.

- Quem me apanha? Ninguém me apanha! Ninguém apanha a Maria Castanha!

Ela corria tanto. Corria tanto que nem viu o carrinho do vendedor de castanhas que estava à porta do jardim, e foi de encontro a ele. Pimba! O saco das castanhas caiu e espalhou-as todas à reboleta pelo chão. A Maria Castanha caiu também e ficou sentada no meio das castanhas.

- Ah. Minha atrevida! – gritou o vendedor de castanhas todo zangado.

- Foi sem querer – explicaram os outros meninos.

- Eu ajudo a apanhar tudo. – disse Maria Castanha, de joelhos a apanhar as castanhas caídas.

E os outros ajudaram também. Pronto. Ficaram as castanhas apanhadas num instante.

- Onde estão os teus pais? – perguntou o vendedor de castanhas à Maria Castanha.

- Foram à procura de emprego.

- E tu?

- Vinha à procura de amigos.

- Já encontraste: nós somos teus amigos – disseram os meninos.

- Eu também sou – disse o vendedor de castanhas.

E pôs as mãos nos cabelos da Maria Castanha, que eram frisados e fofinhos como a lã dos carneirinhos novos. Depois, disse:

- Quando os amigos se encontram, é costume fazer uma festa. Vamos fazer uma festa de castanhas. Gostam de castanhas?

- Gostamos! Gostamos! – gritaram os meninos.

- Não sei. Nunca comi castanhas, na minha terra não há. – disse Maria Castanha.

- Pois vais saber como é bom.

E o vendedor deitou castanhas e sal dentro do assador e pô-lo em cima do lume. Dali a pouco as castanhas estalavam… Tau! Tau!

- Ai, são tiros? – assustou-se a Maria Castanha, porque vinha de uma terra onde havia guerra.

-Não tenhas medo. São castanhas a estalar com o calor.

Do assador subiu um fumozinho azul-claro a cheirar bem. E azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor deu à Maria Castanha e aos seus amigos.

- É bom, é. – ria-se Maria Castanha a trincar as castanhas assadas.

- Se me queres ajudar, podes comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchos de papel?

A Maria Castanha não sabia mas aprendeu. É ela quem enrola o papel de jornal para fazer os cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas que vende aos fregueses à porta do jardim.

 

António Torrado, Maria Castanha

 

  

Actividades:

 

  • Do mesmo autor, poderás ler "A Última Castanha"  aqui
  • Clica com o rato na seta ( canto inferior esquerdo) para 'voltar' a página digital.

 

 Parabéns ! Muitos Parabéns! 

 

Os alunos das turmas 6F/ 6G/ 6H ... responderam efusivamente, e num curto espaço de tempo, ao desafio Quadras de S. Martinho!

 

O placar de acesso à sala de Professores ficou bem mais bonito com as vossas quadras e desenhos alusivos a esta época de Festa de S. Martinho.

 

Mais uma vez me sinto muito orgulhosa dos meus alunos!

 

Bom S. Martinho !

 

A Professora GSouto

 

11.11.2008

 

Licença Creative Commons

 

'La Promesse' uma escola!

 

 

 

Haiti

 

REUTERS/ Evens St. Felix (HAITI)

 

 

Uma jovem estudante resgastada dos escombros de uma escola qur ruiu em Port-au-Prince, Haiti, espera pacientemente pelas equipas de salvamento.

 

news.yahoo.com

 

tradução livre

 

 

Pelo menos 84 crianças e professores morreram e 150 ficaram feridos nesta sexta-feira no desabamento de uma escola de 700 alunos em um bairro pobre de Pétion-ville, perto de Porto Príncipe, no Haiti. Os socorristas tentavam neste sábado encontrar sobreviventes entre os escombros.

 

 

 


 Foto: Autor não identificado

 http://lcn.canoe.ca

 

 

A escola particular "La Promesse" era frequentada por crianças e adolescentes dos 3 aos 20 anos, a maioria deles procedente de uma favela, e era dirigida por um pastor evangélico. Espremido entre as casas do bairro, o edifício tinha dois andares, e um terceiro estava em construção.

 

Notícias.sapo.pt

 

 


 

AP Photo/Ramon Espinosa

 

news. yahoo.com/photos

 

 

Na escola de La Promesse decorria o tempo de aulas. Certamente que se ouviria o alegre bulício das crianças e adolescentes naquela azáfama comum a todas as escolas.

 

Cadernos e livros folheados com mais ou menos atenção, mãos impacientes, lápis coloridos, vozes que se levantam, para questionar sobre determinado assunto ou apenas para aproveitar a distracção de algum colega mais brincalhão, tudo terminou em curtos instantes. A esperança silenciou professores  e alunos!

 

Esses meninos e jovens, dos 3 aos 20 anos, certamente  nunca ouviram falar de Highl School musical e da sua escola de sonhos. Mas os livros que percorriam avidamente na busca de uma nova palavra, um outro som, uma imagem colorida, representavam todo o universo do maravilhoso que os transportava para bem longe da realidade do seu dia-a-dia.

 

Alunos e professores não compreenderam o gemido daquelas paredes que se desmoronaram, engolindo-os num esgar horrível feito de pó e de escombros.

 

Os livros cairam no silêncio aterrador, abandonados pelos mãos que jamais voltarão a folheá-los!

 

 

A Professora GSouto

 

 

(texto original)

 

 

09.11.2008


 Licença Creative Commons

 

 

 

Ficha digital : A Gramática & não só !

 

gramatica.jpg

 

www.asa.pt

 

Avançámos alguns passos, em direcção a uma grande vidraça por detrás da qual, em vários andares, se atarefavam outras palavras. Pela maneira como se agitavam constantemente, e em todos os sentidos, dir-se-ia tratar-se de formigas.

 

- E destas, lembras-te?

 

O meu ar desolado forneceu-lhe a resposta.

 

- São os verbos. Olha para eles, maníacos do trabalho. Nunca descansam.

 

Falava verdade. Estas formigas, estes verbos, como lhes chamara, ajustavam, esculpiam, roíam, reparavam; forravam, poliam, limavam, aparafusavam, serravam; bebiam, cosiam, mungiam, escovavam, multiplicavam-se. No meio de uma cacofonia incrível. Dir-se-ia uma oficina de loucos, todos se afadigavam freneticamente sem se ocupar dos outros.

 

- Um verbo não é capaz de se manter quieto — explicou-me a girafa —, está na sua natureza. Trabalha vinte e quatro horas por dia. Já viste aqueles dois, ali adiante, a correr por todo o lado?

 

Levei algum tempo a distingui-los, naquela terrível desordem. Subitamente, avistei-os, «ser» e «ter». Oh, como eram comovedores! Andavam de verbo em verbo, oferecendo os seus serviços: «Não precisam de ajuda? De um pequeno auxílio?»

 

- Viste como prestáveis? É por isso que se chamam auxiliares, do latim auxilium, socorro. E, agora, chegou a tua vez. Vais construir a tua primeira frase.

 

E o homem-girafa estendeu-me uma rede de caçar borboletas.

 

- Começa pelo mais simples. Vai ali adiante, à gaiola, e escolhe dois nomes. Depois, escolherás o verbo no formigueiro. Anda, não tenhas medo, eles conhecem-te, gostam muito de ti, não te morderão.

 

Achei-lhe graça, ao director-girafa, gostaria de o ter visto no meu lugar. Ainda mal empurrara a porta e já me sentia assaltada, sufocada, cega, os nomes lutavam, entravam-me pelos olhos, pelas narinas, pelos ouvidos, espirrei, tossi, quase morri, todos queriam ser escolhidos, realmente deviam entediar-se naquela prisão. Prestes a desmaiar, agarrei dois pelas asas, ao acaso, «flor» e «diplodoco», e voltei a fechar a porta, pálida, trémula, meio-morta.

 

A girafa nem me deu tempo para respirar.

 

- Anda, agora tens de pescar um verbo.

 

Prevenida pela minha experiência anterior, limitei-me a meter a mão no formigueiro. Num segundo, a minha mão ficou coberta, foi mordida, lambida, arranhada, mas também acariciada, besuntada, esfregada, maquilhada. As formigas-verbos estavam felicíssimas. Desvanecida com tantas atenções, deixei-as trabalhar por uns segundos e, depois, retirei-me com uma delas, agarrada ao acaso, «rilhar».

 

Erik Orsnna, A gramática é uma canção doce (excerto)

 

 

 http://www.editions-stock.fr/

 

Ficha digital formativa:

A. Funcionamento da Língua

 

A propósito deste excerto de um livro encantador La grammaire est une chanson douce do francês Erik Orsnna, vamos então aproveitar para revisar para o próximo teste escrito.

 

1. Este texto fala de duas classes de palavras, talvez as mais importantes da Morfologia. Identidica-as.

 

1.1. Uma das classes é comparada "... a um formigueiro...". Qual?

 

2. Retira do texto:

2.1. Duas formas verbais de cada uma das conjugações regulares.

 

3. Refere os verbos auxliares aqui presentes.

3.1. Constrói frases para cada um deles e identifica os modos e tempos empregues.

 

4. Agora, selecciona três nomes presentes no excerto e constrói frases em que incluas, para além dos elementos essenciais, dois ou três elementos móveis,  à tua escolha.

 

B. Tipologia de texto

 

E vem a propósito falar do texto Narrativo...

 

1. Identifica as personagens presentes neste excerto.

 

2. Classifica o narraador. Justifica com algumas palavras (marcas gramaticais) retiradas do texto.

 

C. Expressão escrita :

 

1. É a tua vez de inventar uma curta história a propósito de gramática. Liberta a tua criatividades! E respeitas as regras do discurso.

 

Não ultrapasses 15 linhas.

 

 Não te esqueças de imprimir esta ficha digital para elaborares as actividades que te propus. Depois de concluir esta curta ficha formativa digital, guarda-a no teu portefólio de Língua Portuguesa para correcção na próxima aula.

Podes escrever como comentário, alguma dúvida que te surja. Eu estarei aqui para apoiar-te.

 

 Bom trabalho !

 

A Professora GSouto

 

03.11.2008

 

Licença Creative Commons